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Ufa, atenção profissionais da comunicação quarentões de Teixeira de Freitas, chegou a hora de vacinar contra covid

By 7 de junho de 2021 Nenhum Comentário
Trabalhadores da comunicação com 40 anos ou mais serão vacinados contra Covid-19 nesta quinta-feira, 10
Na tarde desta quinta-feira (10) serão vacinadas contra Covid-19 os trabalhadores da comunicação com 40 anos ou mais. A aplicação de Dose 1 acontece na UFSB.
A vacinação deste grupo segue orientação do Governo do Estado em decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB)
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
RG, CPF, comprovante de residência, cartão do SUS, cartão de vacinação, Registro Profissional (DRT \ MTB) ou comprovação da formação profissional (DIPLOMA) e declaração (disponibilizada para download através do site oficial da prefeitura municipal).
Apos uma quebra de braços na justiça, venceu os comunicadores da Bahia. O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) indeferiu nesta quarta-feira (2), por meio da decisão do desembargador Cícero Landim, o pedido do Ministério Público do Estado (MP-BA) sobre a vacinação contra Covid-19 de profissionais da comunicação.
De acordo com o desembargador, priorizar os profissionais de comunicação não significa deixar de vacinar os grupos prioritários que seguem o calendário de vacinação.

Os jornalistas com idade superior a 40 anos foram inclusos na vacinação contra Covid-19 após uma reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) realizada no dia 18 de maio. O grupo prioritário abrange ainda cinegrafistas e blogueiros registrados.

No entanto, no dia seguinte, em 19 de maio, os Ministérios Públicos Federal (MPF) e do Estado da Bahia (MP-BA) recomendaram que o Governo da Bahia apresentasse os critérios técnico-científicos para a antecipação da vacinação contra Covid-19 de novos grupos no estado.

Em nota, o Sindicato os Jornalistas da Bahia (Sinjorba) afirmou que solicitou a inclusão da categoria na lista de prioridades da vacinação, porque o decreto 10.288 incluiu a imprensa como serviço essencial durante a pandemia, o que significa que “os profissionais não podem se negar a trabalhar, inclusive cumprindo pautas em hospitais, unidades de vacinação, pontos de aglomeração e outros locais de exposição e possibilidade de contaminação”. A entidade relatou ainda o alto nível de adoecimento e mortes de profissionais de imprensa na Bahia e no Brasil.