Na Cara

STF Contra Deus. Quem seria o diabo ?

By 9 de abril de 2021 Nenhum Comentário

Desde que iniciou a pandemia, vários questionamentos tomaram a mente das pessoas e ocupou os debates no STF, Campanha eleitoral, carreatas, bancos sem restrições, fecha comercio, abre comercio, a culpa é do presidente, outros dizem que são dos prefeitos, outros dizem que são os governadores os culpados, e até apontam o dedo para sociedade. Agora resolveram apontar o dedo para Deus, até que não duvido dessa hipótese, porem proibir o povo de falar com DEUS, mesmo respeitando as medidas sanitárias, podemos imaginar que são os advogados do diabo. Muitos justificam que Deus está em todo lugar e até acreditamos que sim, mas é uma justificativa um tanto quanto ignorante, pois até Jesus visitava o templo.

Em uma residência cada cômodo tem uma função, quarto, cozinha, sala, banheiro, e obviamente a função do templo é preparar o espaço para que as pessoas possam falar com Deus, como uma espécie de acesso principal. Algumas decisões do STF e dos nossos governantes, sinalizam que somos um povo imaturo sem a capacidade de decidir o que pode e o que não pode, somente se preocupam com a nossa decisão nas eleições, nesse ponto de vista até que não estão totalmente errados, vejam nossas escolhas.

Na Bahia as igrejas só podem reunir seus fieis com 30 % da capacidade total, evitar saudações, manterem distanciamentos de 2 metros, álcool em gel em todas as entradas, higienização dos assentos a cada culto ou celebração, e uma serie de regras.

Porem ninguém olhou para o período eleitoral, ninguém esta olhando para os bancos, principalmente os bancos públicos que andam lotados, e diversas outras situações que cabem a mesma regra das igrejas.

Nesse sentido, podemos imaginar, que os ministros, são advogados do diabo e muitos usam suas conclusões sobre Deus como desculpa.

Lideres religiosos entendem de Deus ou estudam sobre Deus, os magistrados deveriam entender de lei e do que é bom para o povo.

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que estados e municípios mantenham os decretos que restringem celebrações religiosas, como cultos e missas, durante a pandemia do novo coronavírus. Dos 11 magistrados, nove entenderam que a restrição como medida sanitária não afronta a Constituição.

O último voto pela medida foi dado pela ministra Cármen Lúcia, que argumentou que “aglomeração é uma falta de fé na ciência, no deus da vida, falta de zelar pelo outro”. Além dela, votaram a favor Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Roberto Barroso, Rosa Weber, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e o relator, Gilmar Mendes.

Os ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, que havia autorizado as celebrações aos sábados, votaram de maneira diversa.