Enquanto a oposição arma palanque, Marcelo Belitardo ignora o jogo político e dispara com obras em Teixeira de Freitas

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02 de abril de 2026
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Nos bastidores da política de Teixeira de Freitas, o cenário é de tensão, articulação e muita movimentação. Vereadores e grupos da velha política se organizam, fazem contas, ensaiam estratégias e, em alguns casos, tentam criar desgaste. Mas, no meio desse tabuleiro, o prefeito Dr. Marcelo Belitardo simplesmente não entra no jogo.

Enquanto uns falam, ele faz.

A imagem recente acompanhando de perto a pavimentação e drenagem na Avenida Bernardino Figueiredo não é por acaso — é um recado claro. Enquanto tentam levantar palanque, o prefeito levanta obra. Enquanto articulam nos bastidores, ele aparece no barro, na rua, no concreto.

E os números são difíceis de ignorar.

Só em 2026, já foram entregues duas novas escolas, mais de 60 veículos para fortalecer a educação e o transporte, além de ruas inteiras que saíram da poeira e da lama para o asfalto. Agora, a gestão avança com mais um pacote pesado: a pavimentação das principais avenidas dos residenciais Pioneiros e Ouro Verde, ampliando a mobilidade e a infraestrutura da cidade.

E não para por aí.

A próxima entrega já está na porta: a nova Escola Recreio, construída do zero, pronta para atender a população e reforçar o que muitos já chamam de “ano da educação” em Teixeira de Freitas.

No meio disso tudo, um movimento político chamou atenção — e não foi por barulho, mas justamente pela falta dele. A saída da primeira-dama da Secretaria de Cultura e Turismo, com forte indicativo de uma possível candidatura a deputada estadual, aconteceu de forma silenciosa, sem espetáculo, sem discurso inflamado, sem antecipação de campanha.

Enquanto isso, do outro lado, a oposição tenta acelerar o ritmo, criar desgaste e tensionar o ambiente político.

Mas o prefeito parece não estar preocupado com isso.

A leitura nos bastidores é direta: tentam puxar Marcelo para o campo político, mas ele insiste em permanecer no campo da gestão. E isso incomoda.

Porque enquanto muitos estão preocupados em montar palanque, ele está preocupado em entregar resultado.

E é nesse cenário que um bordão começa a ecoar cada vez mais forte nas ruas, nos grupos e nos corredores da política local:

“Deixa o homem trabalhar.”

A frase virou resposta. Virou recado. Virou posicionamento.

De um lado, articulação, pressão e tentativa de desgaste. Do outro, obra, entrega e presença.

E, pelo ritmo que a gestão imprime, fica cada vez mais claro: enquanto tentam parar, ele acelera.

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