Presidente da França e de outros países prestam solidariedade a Lula; confira
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08 de janeiro de 2023
O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, prestou solidariedade a Lula e ao governo brasileiro após invasão de bolsonaristas na sede dos Três Poderes.
Em suas redes sociais, o chefe de Estado afirmou que o petista “pode contar com o apoio incondicional da França”. O mandatário ainda declarou que “a vontade do povo brasileiro e as instituições democráticas devem ser respeitadas”
Assim como o presidente da França, o mandatário da Argentina e de outros países também se pronunciaram. Confira:
Argentina
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, também ofereceu “apoio incondicional” a Lula “frente a esta tentativa de golpe de Estado”.
“A democracia é o único sistema político que garante liberdades e nos obriga a respeitar o veredito popular”, prosseguiu. Estamos com o povo brasileiro para defender a democracia e não permitir nunca mais a volta dos fantasmas golpistas promovidos pela direita”.
Chile
O presidente do Chile, Gabriel Boric, criticou o terrorismo bolsonarista. “O governo brasileiro tem todo o nosso apoio diante desse covarde e vil ataque à democracia”, afirmou.
Já o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou que “o fascismo decide dar um golpe”, que “as direitas não conseguiram manter o pacto de não-violência” e que “é hora urgente de reunião da OEA [Organização dos Estados Americanos], se ela quiser se manter viva como instituição”.
Colômbia
Já o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou que “o fascismo decide dar um golpe”, que “as direitas não conseguiram manter o pacto de não-violência” e que “é hora urgente de reunião da OEA [Organização dos Estados Americaos], se ela quiser se manter viva como insitutição”.
Uruguai
Pelas redes sociais, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, disse “lamentar e condenar as ações realizadas no Brasil que ameaçam a democracia e as instituições”.
Venezuela
Outro a se manifestar foi o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a fim de “rejeitar categoricamente a violência gerada pelos grupos neofascistas de Bolsonaro que têm agredido as instituições democráticas do Brasil”.