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Mais aplicativos de transporte estão chegando a Teixeira de Freitas, cuidado

By 29 de setembro de 2019 Nenhum Comentário

Não é novidade no Brasil, mas em Teixeira tem pouco tempo que se tornou realidade, que são os aplicativos de transporte.

Começou com o via Brasil, e depois da legislação federal, surgiram vários aplicativos na Cidade, alguns já não operam mais outros insistem, porém o mais popular é o Via Brasil , por ser o primeiro é por ter implantado critérios na sua frota, tanto para os motoristas quanto para os veículos, dessa forma conquistou a confiança doa teixeirensses.

Temos vários aplicativos que onde os únicos que podem avaliar é o cliente e se fidelizar ao serviço.

Aguarda se também a regulamentação municipal como aconteceu na capital baiana

Saiba como evitar situações de risco no uso do transporte por aplicativos
Usar um app do celular para pedir um carro é prático e algo cada vez mais comum, mas também é preciso ter alguns cuidados

Os aplicativos de transporte compartilhado são práticos e cômodos, mas também podem ser um risco se o passageiro não tomar alguns cuidados antes de embarcar no carro de um desconhecido.
As empresas costumam tomar algumas precauções para oferecer um serviço seguro. Os motoristas cadastrados passam por uma triagem, que inclui a verificação de antecedentes criminais e a checagem de dados pessoais antes de fazer a primeira corrida pelo aplicativo.

Fique de olho

Algumas informações básicas sobre o motorista e sobre o veículo ajudam a evitar situações de risco. A Uber, a 99, a Cabify e a Lady Driver, Via Brasil, exibem o nome, o modelo do carro e a placa assim que a corrida é confirmada.
“É importante que o passageiro verifique a placa do carro antes de entrar no veículo e também confirme se o nome e a foto do motorista parceiro correspondem às informações do aplicativo”, explica Luis Saicali, direto de operações no Brasil da Cabify.
Leonardo Soares, Diretor de Segurança da 99, orienta os passageiros a “jamais embarcar caso haja outra pessoa que você não conhece no carro, além do motorista”.
No caso dos carros da Lady Driver, serviço exclusivo para mulheres, vale procurar pelo adesivo de identificação da empresa.
“Nós temos muitos carros adesivados. Isso facilita a identificação no momento do embarque e dá mais segurança para a motorista e para a passageira”, afirma Gabryella Correa, fundadora do aplicativo Lady Driver.
Comportamento de risco
Os smartphones são objetos de valor que podem chamar a atenção durante os minutos em que o passageiro aguarda na calçada em frente a um prédio ou a um estabelecimento.
“Caso isso não seja possível, mantenha o celular guardado e verifique a evolução da corrida de tempos em tempos”, diz Leonardo Soares, Diretor de Segurança da 99.
O celular usado pelos motoristas para trabalhar também oferecem risco por ficar em uma posição muito aparente para quem está passando na rua.
“Nós orientamos nossas motoristas a usar celulares em posição mais discreta e também diminuir o brilho da tela do aparelho para não chamar muito a atenção”, afirma a fundadora do Lady Driver.

Deixe avisado
O GPS do carro pode ser um recurso de segurança eficiente para quem usa o serviço de carro compartilhado. Além de mostrar qual será o trajeto pelo qual o motorista irá dirigir pode revelar possíveis desvios de caminho.
A maioria dos apps permite compartilhar a localização em tempo real com um amigo ou familiar. Assim, durante a corrida, uma pessoa que está fora do carro pode confirmar que a corrida foi iniciada e concluída sem qualquer contratempo.
Fazer uma avaliação positiva ou negativa do motorista também é uma maneira de se comunicar com outros usuários.

Cuidado com vantagens

Algumas pessoas aproveitam locais de grande movimentação para oferecer o serviço de transporte por um preço pré-combinado. Além do perigo de embarcar no carro de um desconhecido, a prática é considerada transporte clandestino de passageiro segundo a lei.
“Os passageiros devem sempre chamar os carros pelo app. Aeroportos e rodoviárias são locais em que condutores costumam se identificam como motoristas de aplicativos e fazem “por fora” dos aplicativos e cobram “mais barato'”, explica o executivo da Cabify.

E os motoristas?

Os motoristas também podem ser vítimas de criminosos e os aplicativos buscam maneiras de minimizar riscos. A Uber e a 99, por exemplo, monitoram áreas consideradas perigosas nas cidades para alerta o condutor.
Em alguns casos, as empresas permitem que a corrida seja negada se o motorista julgar estar correndo algum risco.

O que fazer?
As empresas orientam seus passageiros a entrarem em contato com a polícia caso sejam vítimas de qualquer crime. Os aplicativos também oferecem canais de comunicações que auxiliam tanto em problemas com motoristas quanto no trajeto.