Belitardo e seus abacaxis – O desafio pra organizar Teixeira de Freitas

Sammy Chagas
24 de junho de 2022
Share:

Antes de assumir a prefeitura, comentávamos que o prefeito eleito Dr Marcelo, iria se surpreender com o desafio que lhe esperava na cadeira de prefeito.

Desafios fiscais, estruturais, educacionais, saúde e de diversos outros setores que ao longos das poucas décadas, os gestores que passaram pela cidade não priorizaram em resolver.

O primeiro desafio foi o político, em acabar com a cultura política da cidade, em que obra deixada por outros prefeitos não eram continuadas ou melhoradas, prova disso são as creches, o problema da descontinuidade de projetos foi armengando Teixeira de Freitas. Até tem aqueles que dizem, ” Só está fazendo porque o outro prefeito deixou recurso”. Era pra não fazer?

Se Dr Marcelo seguisse a linha de parte dos seus antessessores, talvez a descontinuidade continuaria em nossa Cidade, porém uma cidade que quer se desenvolver não pode pensar dessa forma.

Outro vício quebrado foi dos restos a pagar que já quebrou diversos pequenos empresários em Teixeira de Freitas. Prefeito pagar débito deixado por outro prefeito? Era uma luta e travava as finanças do município.

Depois de uma criteriosa reavaliação dos restos a pagar , a prefeitura de Teixeira de Freitas, pagou mais de 20 milhões em restos a pagar, quebrando o vício de prefeitura do calote. Os 20 milhões é metade do valor que o prefeito pegou na Caixa para investir em infraestrutura. O bom seria, se gestores não deixassem débitos para outros prefeitos pagarem.

Não vou entrar em detalhes, mas vou citar diversos abacaxis deixados por gestões passadas e gerados por essas gestões.

Creches inacabadas, Escolas sucateadas, Falta de Maquinário pesado Próprio, para atender as demandas, principalmente de patrolamento, reajustes salariais defasados, secretarias desaparelhadas como a de segurança pública, um rombo administrativo no controle de estoque da prefeitura, frota própria de veículos sucateada, Cidade praticamente sem sinalização de trânsito, conjuntos habitacionais construidos sem infraestrutura de saúde, sem escolas , sem lazer, sem trasporte, longe de tudo e de todos, só para beneficiar especuladores imobiliários.

Nova UMMI a se construir, hospital municipal sem capacidade pra atender Teixeira e região, postos de saúde em sua maioria precisando de reformas, infraestrutura da cidade abandonada, contratos superfaturados como a troca das lâmpadas da cidade por lâmpadas de LED, Assistência social desarticulada. Todos problema gerados pela prefeitura e não pelo crescimento da cidade, até asfalto teve que ser refeito em menos de um ano de executado.

Ou seja quando um Prefeito, no caso os de Teixeira de Freitas, falarem em arrumar a casa, eles estão falando a verdade, porque criou esse vício institucional, o outro prefeito que se vire. Vamos torcer para que esse vício seja eliminado nessa gestão, pelo menos é o que está se notando. Dr Marcelo está criando um plano de gestão continuada, tentando quebrar os vícios administrativos para que a cidade possa se desenvolver e que a prefeitura não seja um agente que traga entraves para o desenvolvimento e sim o contrário, soluções e ações benéficas e continuadas para cidade.

Cateiros, vias de ligação, postos de saúde funcionando, escolas com estruturas dignas, salários em dia, ajuste fiscal sem arrocho fiscal, segurança, aparelhamento estrutural das secretarias, sistema de controle de almoxarifados. Tudo isso é abacaxi pra descascar, sem contar do Governo do Estado a ajuda é Zero.

Vamos torcer para que seja o início de uma nova era para Teixeira de Freitas.

E para aqueles que insistem na velha política, que criaram fortunas a custas do povo teixeirensse e que insistem em ficar falando mal de Teixeira de Freitas, para serem calados pelo erário público, comprem um espelho, olhem para o passado, pegue suas malas e vão embora de Teixeira de Freitas, vocês são Personas non gratas.

O povo de Teixeira de Freitas é um povo batalhador, inovador, capaz, não podemos ficar reféns do desenvolvimento da velha política.

Compartilhar: